Atenção no paciente
O profissional conversa olhando para a pessoa, não para o teclado.
O médico ou o enfermeiro escolhe o tipo de documento e grava a conversa com o paciente. A transcrição separa quem falou, e o documento sai no padrão do hospital, pronto para revisar e colar no prontuário.
Uma ferramenta de apoio à documentação: ela organiza o que foi dito, e o profissional revisa antes de qualquer coisa ir para o prontuário.
O profissional conversa olhando para a pessoa, não para o teclado.
Cada tipo de documento sai com as seções e os títulos do modelo da casa.
Cada seção cita a fala de onde veio. O que não foi dito sai como Não informado.
A voz só existe enquanto é transcrita e é apagada em seguida. Fica o texto.
Um atendimento de emergência fictício, do jeito que o Escriba trabalha. Nesta página nada é gravado: a conversa é a do caso de demonstração.
Pronto para gravar.
O documento aparece aqui depois de Finalizar, no padrão do pronto atendimento.
Gravar, finalizar, revisar e copiar. A transcrição e a estruturação seguem sozinhas, com as etapas na tela.
O tipo de documento: atendimento, evolução, admissão, parecer, alta ou óbito.
Com a autorização do paciente, a conversa é transcrita enquanto acontece.
A IA separa quem falou e monta o documento no padrão do hospital.
Campos sem informação aparecem destacados, com os pontos para conferir.
Copie para o prontuário eletrônico ou imprima no papel timbrado.
Quem entra define a profissão: o médico vê os modelos médicos, o enfermeiro os de enfermagem. Evolução no padrão do hospital ou em SOAP.
Do primeiro segundo da gravação ao documento impresso no papel do hospital.
A gravação vai em pedaços, e cada um é transcrito enquanto a conversa continua. Ao finalizar, falta só o último pedaço e a estruturação.
Sinal vital, sistema ou conduta não ditos aparecem como Não informado, na tela e no texto.
Se a IA inverter quem falou, um botão corrige e o documento é reestruturado.
PDF A4 sobre o papel timbrado enviado pela administração, com a linha de assinatura.
O documento traz só iniciais e idade. Nome que escapar na conversa vira inicial, com aviso.
Sem a marcação de que o paciente autorizou, o áudio é recusado. O horário fica registrado.
A transcrição recebe os termos de cada setor, para o nome do remédio e do exame sair certo.
Os últimos documentos do profissional, para abrir, revisar e copiar de novo.
Cadastro de médicos e enfermeiros com CRM ou COREN, e auditoria de cada documento.
Nada vai para o prontuário sem a revisão de quem atendeu, e a conversa não vira arquivo de áudio guardado.
Não encontrou o que precisava? Fale com a gente e tire a dúvida com quem implanta.
Falar com um especialista→Não. É uma ferramenta de apoio à documentação: não faz diagnóstico nem decide conduta. Ele organiza o que foi dito, e o profissional revisa, corrige e só então copia para o prontuário.
Não. O áudio é enviado em pedaços durante a gravação, transcrito na memória e apagado assim que vira texto. O que permanece é a transcrição e o documento.
Ela não preenche por conta própria. Cada seção precisa citar trechos da fala, e um número que não foi dito reprova a seção. O que ficou de fora aparece destacado como Não informado, e os pontos para revisão dizem o que conferir.
Sim. O documento sai pronto para copiar e colar em qualquer prontuário eletrônico. Também dá para imprimir em PDF A4 no papel timbrado do hospital, com a linha de assinatura de quem revisou.
Não. O Escriba roda no navegador, no computador ou no celular, com o microfone do próprio aparelho. Cada profissional entra com o seu acesso.
Esse é o ponto de partida. Na implantação, os modelos de documento do hospital viram os tipos de documento do Escriba, com as seções e os títulos que a equipe já usa.
Na demonstração, mostramos o Escriba com casos fictícios e conversamos sobre os modelos de documento que a sua equipe já usa.